//
aquivos

AEE

Esta tag está associada a 6 posts

Criada uma rede virtual só para professores de AEE

Início

ATENÇÃO PROFESSORES E PROFESSORAS DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

Está no ar o Todos Nós em Rede, uma rede virtual voltada EXCLUSIVAMENTE para professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Se você está exercendo o AEE no seu município, o Todos Nós em Rede oferece um ambiente para:

– Partilhar experiências, fotos, vídeos e documentos
– Discutir planos de atendimento individual dos alunos do AEE
– Conhecer colegas que atuam no AEE de todo o Brasil, entre outros
– Trocar ideias e aprimorar sua experiência

Clique aqui e cadastre-se já!

Assista ao vídeo de lançamento da Todos Nós em Rede:

E não esqueça de convidar outros professores(as) de AEE que você conhece!

A gente espera por você!
Equipe Todos Nós em Rede

Anúncios

Uma tarde especial com quem defende e trabalha pela inclusão

*Por Maria Teresa Eglér Mantoan

Tarde de alegria: profa. Maria Teresa Mantoan participa de evento de formação com educadores da rede municipal de Limeira/SP

Hoje, no período da tarde, estive em um evento de formação dos professores da rede pública municipal de Limeira, no interior do estado de São Paulo. No evento, havia professores de sala comum e também do atendimento educacional especialziado.

Preciso resgistrar, aqui pelo Inclusão Já!, a minha imensa alegria. Foi um momento muito especial e, mais que isso, encorajador. O atendimento educacional especializado, que é um serviço da Educação Especial que quebra as barreiras que impedem as crianças e jovens de estarem em salas comuns, está a todo vapor na rede.  Fruto da dedicação desses profissionais maravilhosos, que se abriram para novas práticas de ensino, que se vêem como agentes de garantia dos direitos de seus alunos.

E mais uma notícia muito feliz: todas as professoras-alunas do curso de AEE (oferecido em nível de pós-graduação pelo MEC e pela Universidade Federal do Ceará, na modalidade a distância) foram aprovadas!

O orientador delas, chamado Irineu, tem uma grande responsabilidade por isso, pois motiva as alunas, orientando os trabalhos do AEE para que a inclusão no município se fortaleça.

Quero compartilhar com vocês a alegria de ter estado com essas pessoas que defendem a inclusão com toda garra. A inclusão não é mais algo a ser alcançado. Ela é realidade em milhares de escolas e tenho muita fé no trabalho dessas pessoas. Elas são valorosas porque fazem a inclusão com dedicação, porque mudaram seu jeito de pensar e de agir.

É para essas pessoas e suas práticas que os legisladores deveriam olhar. Gente que não faz panfletagem, mas que trabalha duro e de forma consciente de que exclusão fere os direitos humanos. Vamos em frente, professoras do AEE e das salas comuns inclusivas de todo o Brasil. Porque o trabalho de vocês não pode parar, pois é promessa de uma sociedade melhor.

“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado” (MPRN)

O Inclusão Já! transcreve uma reportagem divulgada no site do Ministério Público do Rio Grande do Norte sobre as obrigações da rede particular de oferecer educação inclusiva. Em seguida, você poderá também acessar uma nota técnica do Ministério da Educação sobre esse assunto, que é tão importante, uma vez que há um enorme número de famílias que ainda acreditam que a rede privada pode optar por oferecer ou não inclusão. Veja a reportagem:

***

“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado e exige acessibilidade pedagógica”. Com esse pensamento a Promotora de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, Iadya Gama Maio,  busca dar visibilidade a um trabalho de conscientização das escolas sobre a recepção e o desenvolvimento de alunos com deficiência.

Dessa vez a Promotoria de Justiça está trabalhando com as escolas da rede particular de ensino. Segundo Iadya Gama o trabalho na rede pública já está mais avançado no sentido de conscientização e fiscalização, mas muitas pessoas ainda desconhecem os seus direitos em relação a escolas privadas. “As escolas particulares também são obrigadas a seguir as determinações legais no que diz respeito à recepção e à aprendizagem dos alunos com deficiência. Mas percebemos que muitos pais desconhecem essa obrigatoriedade, achando que apenas a rede pública de ensino deve garantir a educação de crianças e adolescentes com deficiência, quando qualquer escola particular também tem essa incumbência. São comuns os casos de pessoas que acham que a escola pode se recusar a receber alunos com deficiência alegando falta de estrutura, o que não é aceitável”, explica a Promotora de Justiça.

O trabalho de conscientização vem sendo desenvolvido pelo Ministério Público junto às escolas privadas, inicialmente de maneira preventiva. Em julho deste ano foi realizada uma reunião que contou com a presença aproximada de 180 escolas da rede particular, onde foram discutidas as questões referentes à educação inclusiva. Na oportunidade ficou demonstrada a necessidade das escolas particulares inserirem o atendimento educacional especializado – AEE – em seus Projetos Políticos Pedagógicos, resultando em uma Recomendação ministerial.

Dando continuidade ao trabalho, no último dia 07, a 30ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, com atribuição na área de Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos, recebeu representantes do Conselho Estadual de Educação para discutir a implementação da educação inclusiva nas escolas da rede privada. No debate buscou-se formas de garantir que as escolas particulares assumam as mesmas obrigações da rede pública no que se refere ao oferecimento da educação inclusiva, com as diversas ferramentas que devem ser postas ao público-alvo da educação especial (pessoas com deficiência, transtornos globais  de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação).

O objetivo maior desse trabalho é garantir que toda criança e adolescente que possuir deficiência esteja matriculado e incluído em qualquer escola comum, seja ela pública ou privada, sendo a eles garantido o atendimento educacional especializado de que necessitem. “Precisamos pensar educação inclusiva de forma mais ampla. O que buscamos é uma inclusão pedagógica em todas as escolas, sejam públicas ou privadas, de forma a garantir que alunos com os mais diversos tipos de deficiência se sintam parte do processo de construção da cidadania”, explica Iadya Gama.

Fonte: MPRN
Contato: (84) 3232-7146 / pgj-ascom@rn.gov.br
Acesse o Portal de Notícias do MPRN

Saiba mais
Para que as escolas privadas possam oferecer o Atendimento Educacional Especializado (ao qual a promotora da matéria se refere), o MEC lançou as “Orientações sobre Atendimento Educacional Especializado na rede privada” (Nota Técnica 15/2010 – MEC/ CGPEE/GAB). Leia e, se possível, envie à escola de seu filho.

Betim (MG) promove VI Seminário Direito à Diversidade: Organização e Oferta do AEE

Por Rosimeire Câmara de Almeida*

Maria Teresa Mantoan recebe homenagem das professoras de Betim (MG): Rosimeire Câmara de Almeida está à direira, de azul

O VI Seminário Direito à Diversidade: Organização e Oferta do AEE – Atendimento Educacional Especializado que aconteceu em Betim entre os dias 21 e 25 de novembro foi mais um sucesso no município. O Seminário foi promovido pela SECADI/MEC, pela Secretaria Municipal de Educação de Betim e pelo Centro de Referência e Apoio a Educação Inclusiva (CRAEI).

Atuo como professora de AEE no município de Betim e mais uma vez percebi nossa força e como a Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva tem conquistado uma educação para todos. Não se faz inclusão somente por uma via; ela acontece em parceria e com a colaboração de todos os segmentos da sociedade. Por isso, no Seminário estiveram presentes várias pessoas que acreditam e lutam por uma sociedade inclusiva, uma educação onde todas as pessoas têm direito à plena participação, acesso e permanência na escola, onde a aprendizagem ocorre de forma cooperativa.

Tecerei para o Inclusão Já! pontos discutidos com a professora Maria Teresa Égler Mantoan, que nos trouxe reflexões sobre o tema “Construir a Escola das Diferenças: Caminhando pelas Trilhas da Inclusão”. Segundo Mantoan, a aprendizagem é um processo individual e que não se vincula a uma pontuação. Concordo que medir o saber por uma referência de valor conceitual ou numérico não diz do conhecimento do outro. A aprendizagem está na vida e na ação do sujeito com o meio, na medida em que o meio atende a essa pessoa. Os recursos individuais devem ser respeitados em consideração à diversidade e isto trará um sustento ao coletivo. A relação de aprendizado traz no dia a dia a construção de uma vírgula, nunca de um ponto. Não se fecha o processo humano, pelo contrário, vislumbram-se possibilidades. Uma ação de vir a ser!

Muitas vezes, segundo Mantoan, “nós produzimos diferenças a partir do que valorizamos”. Assim, penso que a partir da visão que tenho do outro é que saíra o resultado do meu trabalho. O ambiente pode melhorar ou não a pessoa e enfrentar as situações da deficiência dependerá do meio, das possibilidades e da crença que perpassa as relações. E essas relações implicam em conviver com a diferença, problematizar, entender e conceituar os costumes, valorizar e descobrir conhecimentos. Mantoan traz perguntas que me fizeram andar por elas: Como aproveitar o momento e tirar proveito dos recursos? Escola básica é para ensinar o básico: O que é o básico? Qual é a utilidade dos conhecimentos e como se conhecer frente à utilidade dos mesmos?

É necessário humanizar a escola, hoje, escola pragmática. Essas perguntas me reportaram à escola, me fizeram também pensar na ação da  Educação Especial que é um complemento a ela, e uma condição para melhorar e facilitar o aprender da pessoa com deficiência por meio das Salas de Recursos Multifuncionais, que têm como um de seus objetivos elaborar recursos para o aluno acessar o conhecimento e ter uma participação plena e efetiva no meio escolar.

A Inclusão não é aceitar, é questionar, é me perguntar: “o que faz de mim um professor”? O que eu percebo da escola? Dos alunos? De que forma avalio meu ensino? Qual é o ensino fundamental? Qual é a escola básica? Qual é a avaliação da escola em relação ao seu projeto político pedagógico? E, sobre esta última pergunta, a fala da professora ecoa: “Quem não avalia assimila a Prova Brasil. Quem assimila o projeto político-pedagógico entrega o resultado ao MEC – o cumprimento de suas metas”.

* Rosimeire Câmara de Almeida é professora de atendimento educacional especializado na rede do município de Betim/MG

Carta aberta pela MANUTENÇÃO do Decreto 6571/08 e da Política Nacional de Educação Inclusiva

MANIFESTO INCLUSÃO JÁ! Brasil: país sem miséria é país que inclui e jamais retrocede.

Soubemos de fonte segura que três entidades se reuniram com a Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com o objetivo de preparar um decreto para modificar as políticas públicas de INCLUSÃO do Governo Federal. Esta ação tem como objetivo o desmonte da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e a REVOGAÇÃO DO DECRETO 6571/2008, que dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado e que foi fruto da luta da sociedade civil organizada.

O DECRETO 6571/2008 beneficia centenas de milhares de alunos público alvo da educação especial e garante o acesso e a permanência para pessoas que estavam condenadas à invisibilidade social. Este decreto cumpre os preceitos Constitucionais e responde positivamente ao artigo 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (que versa sobre Educação).

Sim, Pessoas com deficiência são seres humanos que pertencem à sociedade e, como todas as outras pessoas, não podem crescer e viver segregadas em estabelecimentos específicos, institucionalizadas. O DECRETO 6571/2008 compreende a Pessoa com deficiência como sujeito de direitos e foi duramente conquistado pela sociedade civil organizada.

MUITO MAIS do que três entidades filantrópicas que caminham na contramão da inclusão e dos direitos humanos, O MANIFESTO DE APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, embasada na CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, é TAMBÉM UM MANIFESTO DE APOIO AO DECRETO 6571/2008, que faz computar a matrícula do aluno público alvo da educação especial em dobro no âmbito do FUNDEB. Neste sentido, em nome dos mais de 12.000 signatários do referido Manifesto (ver abaixo), afirmamos que não aceitaremos a sua revogação.

EDUCAÇÃO É DIREITO HUMANO INALIENÁVEL E DIREITOS HUMANOS SAO INEGOCIÁVEIS! DEFENDEMOS OS DIREITOS HUMANOS E OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA E DO ESTADO DE DIREITO, DEFENDEMOS A NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, DEFENDEMOS A VIDA E A CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

Assinam esta carta aberta:

– Signatários do MANIFESTO – Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – CUMPRA-SE! (ver as assinaturas abaixo)
– Equipe Inclusão Já!
– Rede Inclusiva – Direitos Humanos Brasil

Link para as 3.243 assinaturas ao Manifesto em defesa da Educação inclusiva postadas pela Rede Inclusiva (número registrado até a publicação deste post).
Link para as 8.801 assinaturas coletadas por meio de petição online (número registrado até a publicação deste post).
Link para as cartas de apoio à Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (enviadas por diversas instituições).

Não é possível nosso Brasil crescer sem miséria se permitir retrocessos nas políticas da educação inclusiva!

Brasil sem miséria é país que INCLUI E NÃO RETROCEDE. Inclusão Já!!!

Vamos fortalecer a inclusão no nosso país*

*Carta enviada a milhares de professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) para reforçar nosso movimento em defesa da Educação Inclusiva no país.

Caros amigos e amigas,

Desde que iniciamos nossa campanha em defesa da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, recebemos muito apoio, milhares de assinaturas ao nosso manifesto e, claro, algumas oposições.

No entanto, esta comunicação chega a todos os educadores brasileiros, em especial aos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), com o intuito de divulgar o seguinte:

***

1) Nosso trabalho e nossa luta estão totalmente baseados na Constituição Federal Brasileira e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Por isso, para fortalecermos essa luta, reafirmamos nosso movimento. Pedimos que todas as pessoas que tenham consciência do trabalho sério que tem sido feito até aqui se mobilizem para que o país todo saiba o que é inclusão, o que os professores do AEE fazem e a importância desse trabalho. Para isso, nosso manifesto online está no ar e não tem data para sair! Já atingimos a meta inicial de 10 mil assinaturas. A nova meta agora é 15 mil. Vamos em frente! Assine, divulgue:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=INCLUSAO

***

2) Além do manifesto on-line, recebemos, por e-mail, muitas assinaturas a mão! Só para se ter ideia, de Parintins (AM) vieram 2.372 assinaturas de uma vez, tudo digitado ou escaneado. O pessoal coletou assinaturas nas escolas, com pais e mães de crianças atendidas pelo AEE. Se você quiser enviar assinaturas em papel, basta escanear as páginas e enviá-las ao e-mail de Meire Cavalcante (mecavalcante@gmail.com). Vamos fazer uma supermobilização durante esta e a próxima semana. Coletem assinaturas! Precisamos mostrar o trabalho feito pelos profissionais do AEE, que tem sido alvo de críticas por puro desconhecimento.

***

3) Lançamos oficialmente o site www.inclusaoja.com.br. Nele, é possível:

a) assinar o manifesto online.

b) enviar assinaturas de pessoas que não têm e-mail (bastando colocar nome completo, CPF e cidade/estado).

c) contar casos de inclusão de alunos, professores, familiares e redes de ensino. VAMOS, PESSOAL, MOSTRAR O QUE É O AEE e o que os PROFESSORES QUE ATUAM NA INCLUSÃO FAZEM!

d) acessar legislação, textos, documentos, publicações, vídeos.

Participem! E não se esqueçam de twitar e compartilhar as páginas do site no seu Facebook!

***

4) Assistam ao vídeo do administrador e professor Hanz Frank. Ele é surdo e deu, de forma espontânea, um depoimento sobre sua história e sobre o que ele defende quando o assunto é a escolarização de alunos surdos em escolas comuns. O vídeo também esclarece o ponto de vista daqueles que, como a professora Maria Teresa Mantoan, defendem a educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Divulguem!

Clique aqui para assistir ao vídeo do Hans.

***

5) Informamos que a Ampid (Associação Nacional do Ministério Público de Defesa da Pessoa com Deficiência e Idoso) lançou uma nota de apoio à política nacional de Educação Inclusiva. Vamos divulgá-la também!

Acesse aqui o conteúdo desta nota.

***

Por fim, vamos nos mobilizar! Assim, teremos como exigir respeito ao trabalho de milhares de professores e gestores que atuam para a inclusão acontecer e teremos como garantir que se cumpra a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e, portanto, nossa própria Constituição Federal.

Um abraço inclusivo.

Equipe do Inclusão Já!
Claudia Grabois
Maria Teresa Eglér Mantoan
Meire Cavalcante

www.inclusaoja.com.br

 

Categorias

Arquivos

Inclusão é todo dia!

setembro 2019
S T Q Q S S D
« set    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  
Anúncios